Como um guia é feito

  1. Seleção do tema. A fila semanal parte de uma decisão de compra: escolher o aparelho, calcular a potência, ler um orçamento, comparar fixo e portátil, ou obter autorização de fachada. Uma curiosidade sem encomenda não entra.
  2. Fontes. O nível 1 é o texto oficial: EUR-Lex, Diário da República, ADENE, ERSE, DGEG, IPMA, NIST, acórdãos no DGSI. O nível 2 só entra se o nível 1 não chegar, e nunca mais de duas vezes o mesmo URL de nível 2 neste sítio. A lista está em docs/authority-sources.md.
  3. Rascunho. Beatriz Ferreira escreve o texto. Cada número de lei leva a ligação e a data de consulta. Um valor que a redação inventa para um caso — como as linhas de um orçamento ilustrativo — é marcado como premissa, não como estatística.
  4. Revisão. A mesa tem uma pessoa. A revisão é da mesma autora, e essa limitação está declarada no rodapé de cada guia e na política editorial. Não há uma segunda assinatura fictícia.
  5. Cadência. Cada guia traz a data de atualização e é revisto de seis em seis meses, ou antes se o regulamento citado mudar. A calculadora usa o mesmo método que o guia de BTU; se a tabela de W/m² mudar, mudam os dois no mesmo dia.

Há assistência de IA na pesquisa, no rascunho e na revisão linguística. O passo humano é a leitura final de Beatriz Ferreira antes da publicação, com a declaração human-curated, AI-assisted research no HTML. Um facto que não esteja numa fonte da lista fica por verificar, ou é apresentado como hipótese da redação.